segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Timor-Leste: Alfândega destruída pelo fogo em Díli


O edifício onde funcionavam os serviços centrais da Alfândega de Timor-Leste, em Díli, foi destruído pelas chamas ao final do dia.

«A Alfândega foi totalmente destruída por um incêndio», confirmou à agência Lusa, às 19:30 (11:30 em Lisboa), fonte policial no local.

Responsáveis dos serviços alfandegários contactados pela Lusa confirmaram a «destruição total» do edifício «em menos de uma hora».

A Alfândega funcionava na Avenida Mártires da Pátria, em pleno centro da cidade, ao lado do Hotel Timor e diante de um dos principais campos de deslocados da capital, diante do porto de Díli.

Não houve vítimas a registar, segundo a mesma fonte policial, apesar da gravidade dos estragos materiais nos escritórios da Alfândega.

«Destruir a Alfândega é tentar destruir os registos visíveis que provam que os serviços aduaneiros sempre actuaram com honestidade, incluindo no processo de importação de armas«, declarou à Lusa uma fonte oficial dos serviços aduaneiros de Timor-Leste.

Diário Digital / Lusa

06-08-2007 11:56:00

12 comentários:

Anónimo disse...

As eleições legislativas serviram para o povo escolher os 65 deputados do Parlamento Nacional e simultaneamente revelaram o peso proporcional dos vários partidos e a preferência para a indicação do primeiro-ministro e para a formação do governo. E sem margem de dúvidas foi a Fretilin que o povo escolheu e que interpretando o verdadeiro sentido da votação propôs um Governo de Grande Inclusão onde todos os partidos estivessem presentes.

Ramos-Horta fechou os olhos e os ouvidos à escolha do povo e e à proposta da Fretilin e persistiu no erro colossal de pôr como primeiro-ministro o maior derrotado das eleições, o Xanana e os seus aliados os pró-integracionistas, os colaboradores dos militares indonésios nos massacres que desde 1975 levaram a morte e a destruição à sua terra e ao seu povo. Traidor uma vez, traidor sempre!
É uma decisão ao arrepio da Constituição, das leis, da democracia e do bom-senso e que vai certamente provocar mais frustrações, mais instabilidade, mais discórdia e mais violência.
Muito mal andou o Xanana e o Ramos-Horta.

Anónimo disse...

Fica para a proxima. O povo quer AMP.

Anónimo disse...

A voz do povo é a voz de Deus:

Os «objectivos» da AMP são como «salvar os autonomistas, pisar o povo maubere, sobretudo o mais miúdo, alcançar uma nação capitalista e dar liberdade aos autores da crise»

«O filho do povo maubere precisa de um primeiro-ministro e não de uma pessoa choramingas como o irmão grande Xis»

«Os traidores não merecem governar»

Abaixo todos os choramingas de lágrimas de crocodilo!
Viva o Povo de Timor-Leste!
Viva a Fretilin!

Anónimo disse...

Tal como os deslocados que não têm nada a perder porque já lhes tiraram tudo, então por que não lutar?

Vamos, à luta amigos da Fretilin!

Anónimo disse...

Como diz o Lu-Olo «Timor-Leste abriu um precedente muito grave de violação flagrante da Constituição de forma que Timor-Leste está dividido. Antes, defendíamos a unidade nacional e do país e a nossa soberania. Com esta decisão do presidente Horta, ele violou a Constituição e o país está dividido»

E é indecente que tenham sido os PR’s da mais jovem democracia do mundo que tenham aberto esses graves precedentes de violação da Constituição e de usurpação do direito ao partido mais votado, a Fretilin, para formar governo.

E é imoral que a comunidade internacional sancione estas manobras do seu vizinho ganancioso para dividir o povo e assim com mais facilidade deitar mãos às riquezas naturais – ao petróleo e ao gás – do mar de Timor.

Como explica Lu-Olo «A FRETILIN rejeita totalmente este governo e vai continuar a combater no sentido de não cooperar com este governo inconstitucional, um governo que não serve para nada, um governo que viola a Constituição da República Democrática de Timor-Leste”.

E fazem eles muitíssimo bem! Vamos à luta, amigos da Fretilin!

Anónimo disse...

«A FRETILIN rejeita totalmente este governo e vai continuar a combater no sentido de não cooperar com este governo inconstitucional, um governo que não serve para nada, um governo que viola a Constituição da República Democrática de Timor-Leste», explicou Lu-Olo e prometeu ainda a abertura da «frente de luta» da FRETILIN «por vias legais» nomeadamente através de acções no parlamento.

«Temos 21 cadeiras com mais alguns aliados e vamos combater dentro do próprio parlamento e depois vamos abrir mais outras frentes de luta através de manifestações nos distritos, aqui mesmo em Díli».

Tal como os deslocados que não têm nada a perder porque já lhes tiraram tudo, então por que não lutar?

Vamos, à luta amigos da Fretilin! A luta é o caminho!

Anónimo disse...

Conseguirá alguém viver em paz quando é "ajudado" com injecções periódicas da guerra, tem a vizinhança a instilar quotidianamente veneno e calúnia, quando os que, dentro de casa, se dizem arautos da concórdia e da misericórdia - Xanana e Horta! - não aceitam ver beliscado - ao de leve que seja - o seu estatuto de privilegiados exclusivos, únicos portadores da verdade única?

Para quê escolhas democráticas quando roubam desavergonhadamente a vitória da Fretilin cujo único “crime” foi não servir os interesses dos poderosos, e particularmente dos gananciosos vizinhos estrangeiros?

As eleições apenas servem para homologar a presença nos órgãos de decisão de quem decide de acordo com os "donos do mundo", mesmo tendo-as perdido como perdeu clamorosamente o Xanana?

Muito mais que lamentável, tudo isto é um nojo, uma indignação, uma exigência de luta. Bem faz a Fretilin que não se acomoda e vai à luta!

Bem fazem todos os seguidores da Fretilin que não calam a sua revolta perante tão descarada usurpação dos seus votos que foram maioritários.

Nunca em Portugal – pese embora todas os recuos da nossa democracia – roubaram de forma tão acintosa o direito do mais votado formar governo.

Formaram-no com minorias Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso entre outros e o de Cavaco teve a mesma percentagem da Fretilin e teve também os partidos perdedores a exigirem do PR serem eles a formar governo e Mário Soares não cedeu!

É simplesmente vergonhoso que a comunidade internacional em geral e Portugal e a ONU em particular se calem, sancionando esta insensata e anti-democrática pouca-vergonha.

Isto é um autêntico roubo à mão armada à democracia depois de terem andado mais de um ano - com difamações, calúnias, violência, incêndios e pilhagens - a tentar roubar a honra do único partido Timorense que lutou durante 24 longos e duros anos pela libertação da sua pátria.

Como é que querem que sem democracia haja paz? Sem democracia nunca há paz!

Anónimo disse...

Veja o debate neste momento no Público-Online:

Antigo Presidente chega à chefia do Governo
Xanana Gusmão nomeado primeiro-ministro de Timor-Leste
06.08.2007 - 10h08

Xanana Gusmão vai ser nomeado primeiro-ministro de Timor-Leste ainda esta semana, anunciou hoje o Presidente do país, José Ramos-Horta.

Comentários:

Certos bernardos de cascais
Por Luis Simões, Almada
Certos bernardos de cascais devem ser daqueles que se esqueceram que andaram todos entusiasmados na campanha eleitoral do PSD em 1987 – a que deu a primeira maioria absoluta ao Cavaco Silva! – e que o Cavaco só a obteve porque o Mário Soares não fez o que o Ramos-Horta vergonhosamente fez agora! Em 1987, quando caiu o primeiro governo de Cavaco, o então PR não alinhou na tese das coligações à posteriori - apesar de coligados PRD e PS terem a maioria absoluta e o PSD apenas ter apenas 29% -, e convocou eleições antecipadas. Isto é o PR Mário Soares não permitiu que mesmo com maioria absoluta, se formasse um governo sem o partido vencedor nas eleições e muito menos contra o partido vencedor, apesar de só ter tido 29% dos votos. É isto que se está a fazer em Timor-Leste. Roubou-se ao partido mais votado a possibilidade de formar governo e de levar ao Parlamento o seu programa para que fosse o Parlamento a apreciá-lo. Cortou-se indecentemente a possibilidade de a Fretilin mostrar a sua capacidade de organizar um governo de Grande Inclusão e desse governo de Grande Inclusão poder apresentar um programa à altura de trazer estabilidade e paz ao país e de tirar o país da crise onde mergulhou por causa de Xanana e de Horta.

No muito curto prazo o crime compensa
Por Margarida, Amadora
O Ramos-Horta andou mais de um mês num faz-de-conta a empatar sobre a quem dirigir o convite para a formação do novo Governo. A primeira desculpa era que tinha de ouvir constitucionalistas sobre a quem competia dirigir o convite (depois de o bando dos quatro ter inventado a AMP), mas entretanto propôs a todos os partidos uma “solução inclusiva”. A Fretilin aceitou o repto do Horta e oficialmente afirmou que acredita que um Governo de Grande Inclusão que integre membros de todos os partidos políticos com assento no Parlamento Nacional contribuirá para que, em Timor-Leste, se volte a ter estabilidade, concluindo com todo o realismo que se não houver estabilidade, nenhum governo poderá funcionar com eficiência. E até foi mais longe, dizendo-se aberta às opiniões de todos os partidos políticos, e das forças vivas da sociedade civil. Mas naturalmente que reafirmou - mais uma vez! - o direito constitucional de escolher o Primeiro-Ministro e de formar o Governo, e esclareceu que aceita a mensagem traduzida nos resultados das eleições como uma vontade do povo em integrar no governo todos os partidos representados no Parlamento Nacional. Em contrapartida, os da suposta AMP, numa arrogância de absoluto desdém pela vontade popular expressa nas eleições, cozinharam uma liderança do Parlamento Nacional apenas deles e opuseram-se à participação do partido mais votado em qualquer governo, mesmo na eventualidade de o PM ser um independente! E perante a clarividência, humildade e tolerância da Fretilin e o sectarismo da suposta AMP, o Horta meteu as dúvidas constitucionais na gaveta, esqueceu a trapalhada da “solução inclusiva” com que andou a entreter e a entreter-se e convidou o sectário-mor e o maior derrotado para liderar um governo de absoluta exclusão da Fretilin. Com alguns farsantes o crime compensa no muito curto prazo. Mas apenas no muito curto prazo.

Sem democracia nunca há paz!
Por Margarida, Amadora
Conseguirá alguém viver em paz quando é "ajudado" com injecções periódicas da guerra, tem a vizinhança a instilar quotidianamente veneno e calúnia, quando os que, dentro de casa, se dizem arautos da concórdia e da misericórdia - Xanana e Horta! - não aceitam ver beliscado - ao de leve que seja - o seu estatuto de privilegiados exclusivos, únicos portadores da verdade única? Para quê escolhas democráticas quando roubam desavergonhadamente a vitória da Fretilin cujo único “crime” foi não servir os interesses dos poderosos, e particularmente dos gananciosos vizinhos estrangeiros? As eleições apenas servem para homologar a presença nos órgãos de decisão de quem decide de acordo com os "donos do mundo", mesmo tendo-as perdido como perdeu clamorosamente o Xanana? Muito mais que lamentável, tudo isto é um nojo, uma indignação, uma exigência de luta. Bem faz a Fretilin que não se acomoda e vai à luta! Bem fazem todos os seguidores da Fretilin que não calam a sua revolta perante tão descarada usurpação dos seus votos que foram maioritários Nunca em Portugal – pese embora todas os recuos da nossa democracia – roubaram de forma tão acintosa o direito do mais votado formar governo. Formaram-no com minorias Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso entre outros e a de Cavaco teve a mesma percentagem do da Fretilin e teve também os partidos perdedores a exigirem do PR serem eles a formar governo e Mário Soares não cedeu! É simplesmente vergonhoso que a comunidade internacional em geral e Portugal e a ONU em particular se calem, sancionando esta insensata e anti-democrática pouca-vergonha. Isto é um autêntico roubo de mão armada à democracia depois de terem andado mais de um ano - com difamações, calúnias, violência, incêndios e pilhagens - a tentar roubar a honra do único partido Timorense que lutou durante 24 longos e duros anos pela libertação da sua pátria. Como é que querem que sem democracia haja paz? Sem demicracia nunca há paz!

Nao percebo porque todo este alarido...
Por Bernardo Rodrigues, Cascais
Nao percebo porque todo este alarido... Fez-se uma coligaçao que representa a maioria e a coligaçao escolheu um lider... E tudo conforme a Constituiçao... Percebo que ha quem nao goste de perder mas nao vejo aqui qualquer ilegalidade...

A luta é o caminho!
Por João Lopes, Samora Correia
«A FRETILIN rejeita totalmente este governo e vai continuar a combater no sentido de não cooperar com este governo inconstitucional, um governo que não serve para nada, um governo que viola a Constituição da República Democrática de Timor-Leste», explicou Lu-Olo e prometeu ainda a abertura da «frente de luta» da FRETILIN «por vias legais» nomeadamente através de acções no parlamento. «Temos 21 cadeiras com mais alguns aliados e vamos combater dentro do próprio parlamento e depois vamos abrir mais outras frentes de luta através de manifestações nos distritos, aqui mesmo em Díli». Tal como os deslocados que não têm nada a perder porque já lhes tiraram tudo, então por que não lutar? Vamos, à luta amigos da Fretilin!

Tem toda a razão o Lu-Olo
Por João Lopes, Samora Correia
Como diz o Lu-Olo «Timor-Leste abriu um precedente muito grave de violação flagrante da Constituição de forma que Timor-Leste está dividido. Antes, defendíamos a unidade nacional e do país e a nossa soberania. Com esta decisão do presidente Horta, ele violou a Constituição e o país está dividido» E é indecente que tenham sido os PR’s da mais jovem democracia do mundo que tenham aberto esses graves precedentes de violação da Constituição e de usurpação do direito ao partido mais votado, a Fretilin, para formar governo. E é imoral que a comunidade internacional sancione estas manobras do seu vizinho ganancioso para dividir o povo e assim com mais facilidade deitar mãos às riquezas naturais – ao petróleo e ao gás – do mar de Timor. Como explicou Lu-Olo «A FRETILIN rejeita totalmente este governo e vai continuar a combater no sentido de não cooperar com este governo inconstitucional, um governo que não serve para nada, um governo que viola a Constituição da República Democrática de Timor-Leste”. E fazem eles muitíssimo bem!

onde chega a desonestidade
Por Anónimo, NY
o primeiro governo que apoiar esta decisao, deve levar com uma tomada de posicao das oposicoes, sempre pensei que o Ramos Horta, tivesse um pouco de honestidade, do Xanana nada se esperava foi sempre um vendido e oprtunista, resta uma coisa a FRETILIN, nao por os pes na assembleia e desmascarar tudo junto do povo, por mim TIMOR fa era, que me desculpe o povo.

Contra os ladrões da democracia
Por João Lopes, Samora Correia
Como dizem os deslocados: Os «objectivos» da AMP são como «salvar os autonomistas, pisar o povo maubere, sobretudo o mais miúdo, alcançar uma nação capitalista e dar liberdade aos autores da crise» «O filho do povo maubere precisa de um primeiro-ministro e não de uma pessoa choramingas como o irmão grande Xis» «Os traidores não merecem governar» Abaixo todos os choramingas de lágrimas de crocodilo! Viva o Povo de Timor-Leste! Abaixo a roubalheira que fizeram ao povo de Timor-Leste e a todos os eleitores Timorenses e em particular aos seguidores da Fretilin. E o meu abraço solidário a todos os Timorenses que justamente e sentidamente se sentem usurpados dos seus direitos pelos presidentes, o anterior e o actual que assim mostram não merecerem do seu povo e se comportam como ladrões da democracia da sua terra..

Horta de Xanana!
Por manelovski, figueira da foz
Timor parece uma Horta de Xanana! O homem pensa que é dono do povo de Timor! Se o povo vota na Fretilin, Xanana entende que não o devia ter feito, e por isso diz que ele é que tem de ser 1º Ministro! Sai muito mal na fotografia o Ramos Horta que andava com uma figura de cristo na camisola a fazer campamha eleitoral e Xanana que mostra a sua subserviência à igreja católica!.Timor de mal a pior!

Eu...
Por Camões, Portugal a ressuscitar
É isso, o Dr. Marques Mendes terá de ser Vice-primeiro ministro, com o mesmo estatuto do Dr. Manuel Alegre.

Evidentemente.
Por José António Gonçalves - Melgaço, Melgaço
Evidentemente. Os três estão de acordo (o Bispo, Xanana e Ramos Horta), a democracia é demasiado importante para ser entregue a um Povo ainda jovem que não a saberia apreciar (que me desculpe, lá onde estiver, Gerge B. Shaw, pela apropriação indevida da sua célebre frase). Lamentável é que Xanana, não saiba perder, e que desbarate desta forma os cré- ditos de uma vida inteira de luta pela liberdade.

triste
Por Silva, alverca
Mais uma vez, através de golpes de bastidores, os dois homens mais compremetidos e vendidos ao capital estrangeiro nomeadamente à Austrália, Ramos Horta e Xanana Gusmão, dividem entre si o poder. É triste ver como a democracia é violentada e o desrespeito pelo voto popular (base da democracia) é praticado e apadrinhado.

Traidor uma vez, traidor sempre!
Por Margarida, Amadora
As eleições legislativas serviram para o povo escolher os 65 deputados do Parlamento Nacional e simultaneamente revelaram o peso proporcional dos vários partidos e a preferência para a indicação do primeiro-ministro e para a formação do governo. E sem margem de dúvidas foi a Fretilin que o povo escolheu e que interpretando o verdadeiro sentido da votação propôs um Governo de Grande Inclusão onde todos os partidos estivessem presentes. Ramos-Horta fechou os olhos e os ouvidos à escolha do povo e e à proposta da Fretilin e persistiu no erro colossal de pôr como primeiro-ministro o maior derrotado das eleições, o Xanana e os seus aliados os pró-integracionistas, os colaboradores dos militares indonésios nos massacres que desde 1975 levaram a morte e a destruição à sua terra e ao seu povo. É uma decisão ao arrepio da Constituição, das leis, da democracia e do bom-senso e que vai certamente provocar mais frustrações, mais instabilidade, mais discórdia e mais violência. Muito mal andou o Xanana e o Ramos-Horta. Traidor uma vez, traidor sempre!

Faço minhas as palavras dos deslocados
Por Luis Simoes, Almada
Faço minhas as palavras dos deslocados dos campos de Díli: «Xanana é revolucionário, mas com cérebro de John Howard e G.W.Bush», «Stop!!! Konsep Perang» «Deputado Xanana tem que responsabilizar-se pela crise entre "lorosae" e "loromonu"» «Os traidores não merecem governar» «Queremos justiça para os autores dos crimes de 2006» «Não concordamos que o Presidente da República inclua Xanana Gusmão como primeiro-ministro» «Os deslocados não têm dignidade a viver debaixo de um toldo no seu próprio país». "CNRT = Conselho Nacional da Revolta do Traidor» «CNRT = Conselho Nacional da Recolha do Traidor» «Traidor uma vez, traidor sempre» Os «objectivos» da AMP são como «salvar os autonomistas, pisar o povo maubere, sobretudo o mais miúdo, alcançar uma nação capitalista e dar liberdade aos autores da crise» «O filho do povo maubere precisa de um primeiro-ministro e não de uma pessoa choramingas como o irmão grande Xis»

O PR da RDTL premiou a intransigência e o golpismo
Por Margarida, Amadora
O PR da RDTL premiou a intransigência e o golpismo do Xanana e dos seus aliados, que perderam as eleições mas são por ele levados ao colo para o governo. É um desrespeito da vontade e das expectativas do eleitorado que pretendia um governo de inclusão e nunca de exclusão. É uma usurpação do poder por quem perdeu as eleições e que os timorenses devem combater pois apenas com a reposição dos direitos constitucionais e das leis da República pode haver estabilidade e paz. Abaixo todos os golpes de Estado! A luta continua!

O preço da honestidade !
Por B. Vieira dos Santos , Barreiro
Desde sempre que li e ouvi referir que o Ex-primeiro Ministro Mário Alkatini (FRETILIN) dirigiu o Pais, colocando os interesses de Timor e do seu Povo como estandarte da sua postura política. Ainda não consegui vislumbrar em qualquer opinião séria que aquele Homem tenha defendido interesses estrangeiros. Então, provoca-se toda a instabilidade conhecida mas como é necessário dar ar de respeitar a democracia, marcam-se eleições. Faz-se tudo para dividir, amedrontar etc. e conseguem, evitando que a Fretilin obtenha a maioria. No entanto é ainda o partido mais votado. Então juntam-se todos sob a batuta do grande héroi e formam uma coligação de todos os partidos e vão formar governo ? Então o partido mais votado já não conta para nada ? Estou solidário com o Povo de Timor. Mas não estou com aquela camarilha que quer governar a qualquer preço.

Timor
Por jose lessa, Vila do Conde
Será desta que Timor vai em frente? Não me parece, infelismente. Lá como cá, os interesses de meia dúzia sobrepoem-se aos interesses do povo. Lamento, pelo pobre povo de Timor.

Artigo 106.º da Constituição de Timor Lorosae
Por Cláudio Silva, Lisboa
É típico comentar sem ler as notícias na sua totalidade. Pior que não ler é não compreender. A Constituição timorense prevê também um governo com base numa maioria parlamentar mesmo que nessa maioria não esteja o partido mais votado (que neste caso estaria sempre em minoria no Parlamento). Constituição de Timor-Leste. Artigo 106.º 1. «O Primeiro-Ministro é indigitado pelo partido mais votado ou pela aliança de partidos com maioria parlamentar e nomeado pelo Presidente da República»

De cavalo para burro?
Por António João Neves Martins Alvito, Seixal
Normalmente a tendência é a progressão. Em democracia a presidência da República é o topo máximo da hierarquia política. Quando um cidadão aí chega não há outra posição política que possa vir a ocupar que o dignifique. Tudo o que faça politicamente, salvo muito raras excepções, só serve para ofuscar o "status" conseguido. Cada povo tem os seus usos e costumes, mas Xanana Gusmão, afigura-se-me que está a subaltenizar-se!

Finalmente...
Por D. Ximenes Belo, Díli
Finalmente, Xananá-Gusmão está no seu devido lugar! E também Ramos-Horta. Que grande noticia!!!

Mais uma vitoria de Ramos Horta, para a ditadura
Por MJ, Lisboa
Não compreendo como é que o partido como maior número de votos (Fretilin) fica de fora, é sem duvido mais um vitoria de Ramos Horta em direcção ao seu objectiva, criar uma diatadura em Timor.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1301495&showComment=1

Anónimo disse...

«Timor é um caso de sucesso que acabou em 20 de Maio de 2002» esta é a frase imbecil que o então PR e agora nomeado para PM se gaba de dizer a todas as personalidades que visitam o seu país desde 20 de Maio de 2002, a data formal da independência de Timor-Leste.

E é este imbecil e arrogantemente mesquinho idiota que perdeu as eleições que vai ser o PM! Valha-nos Deus! Muito sofre o sofredor povo Timorense!

Anónimo disse...

"Tomei a decisão de convidar a Aliança da Maioria Parlamentar (AMP) para formar o governo", disse Ramos Horta.

Convidar para formar governo quem não se sujeitou ao escrutínio popular é contra todas as regras de qualquer democracia, tanto mais que não se deu ao partido mais votado a oportunidade de formar governo e de apresentar o seu programa para apreciação parlamentar.

E pior ainda, está a convidar o que nem sequer existe, pois a alegada AMP não passa de um cozinhado de quatro líderes que ATÈ HOJE, nem sequer foi institucionalizada pelas direcções dos respectivos partidos

"Não pensem que a Fretilin perdeu” diz o Horta.

Não, toda a gente sabe que a Fretilin não só não perdeu como ganhou as eleições e que está a ser imoral e indecentemente roubada dessa sua vitória. Apenas para o Horta é que a Fretilin ganhando, perdeu.

Mas os hortas passam e os partidos com raízes profundas na defesa dos interesses do povo permanecem.

Vivam os Timorenses e Viva a luta dos Timorenses pela libertação e independência nacionais.

Anónimo disse...

Segunda-feira, 06 Agosto 2007

Não esquecer os crimes de Hiroshima e Nagasaki
Prosseguir a luta pela paz, a cooperação e o desenvolvimento
Nota da Comissão Política do PCP

Há 62 anos, a 6 de Agosto tudo mudou, para Hiroshima e para o mundo: Os EUA lançavam pela primeira vez na História uma bomba atómica sobre uma população civil. Uma centena de milhar de mortos, a destruição total de uma cidade e três dias de horror e choque não foram contudo suficientes para travar a decisão duplamente criminosa de reincidir, condenar à morte e executar a população de Nagasaki a 9 de Agosto de 1945.

Nesses dias, os EUA, pela mão da administração Truman, tornaram-se responsáveis por dois dos mais hediondos crimes jamais cometidos. Levados a cabo numa situação em que o processo de rendição do Japão já estava em curso, tiveram como objectivo afirmar a supremacia militar dos EUA no pós-guerra. Crimes contra a Humanidade, inseridos na lógica criminosa do militarismo imperialista, pelos quais os seus autores nunca foram julgados.

Da forma mais dolorosa possível o povo japonês conheceu – e é ainda hoje obrigado a conviver – com o terror nuclear e as suas consequências. A somar às vítimas directas das duas explosões atómicas, milhões de vidas foram exterminadas em resultado directo e indirecto das radiações então libertadas. É à memória desses que o PCP presta hoje homenagem.

Ao evocar e prestar tributo a esses homens, mulheres e crianças vítimas do holocausto nuclear o PCP alerta simultaneamente para os perigos que na actualidade continuam a ameaçar a Humanidade.

Passadas mais de seis décadas, o mundo permanece sobre a ameaça da utilização da arma nuclear. Apenas nove países – entre os quais os EUA, as principais potências da NATO e Israel – detêm hoje mais de vinte mil ogivas nucleares com uma capacidade total centenas de milhar de vezes superior à da bomba de Hiroshima. Armas nucleares que segundo várias declarações de responsáveis políticos e revisões de conceitos estratégicos, são passíveis de ser utilizadas, inclusive em ataque militar.

Nos orçamentos militares das principais potências da NATO – com destaque para a despesa militar dos EUA que atingirá no ano de 2008 um recorde absoluto de 650 mil milhões de dólares – as rubricas para a modernização e o desenvolvimento de novas armas ocupam lugar de destaque e denunciam por si a opção deliberada de continuar a apostar na arma nuclear e em outras armas de destruição massiva, no contexto de uma nova corrida aos armamentos que alimenta ainda mais os já incomensuráveis lucros das multinacionais ligadas aos complexos industriais militares das principais potências imperialistas.

São números e políticas que por si só denunciam a hipócrita propaganda imperialista que tenta vender o militarismo e a guerra como algo de natural e benéfico para o mundo. Tal como o tentou fazer de modo fraudulento com Hiroshima e Nagasaki.

Passadas mais de seis décadas é impossível esconder que o sistema que decidiu friamente a exterminação das populações de Hiroshima e Nagasaki é o mesmo que hoje empurra para a indigência, para a fome, para o desemprego, para condições de vida indignas e para a morte centenas de milhões de seres humanos. É o mesmo cujos principais executores confrontados com o atoleiro militar e político no Iraque e Afeganistão e a crescente instabilidade no Médio Oriente por si fomentada, decidem, em nome do combate ao “perigo nuclear” proveniente do Irão, injectar dezenas de milhares de milhões de dólares de armamento na região, ocultando hipocritamente o facto de a única potência nuclear no Médio Oriente ser Israel, que todos os dias continua espezinhar o direito internacional negando ao povo palestiniano os seus mais elementares direitos nacionais, levando a cabo autênticas acções de terrorismo de Estado.

É ainda em nome do “perigo nuclear” que os EUA, contando com o apoio das potências europeias, da NATO e da burocracia de Bruxelas, pretendem avançar com o projecto de “escudo de defesa anti-míssil”. Relembrando que os EUA têm estacionados na Europa centenas de mísseis com ogivas nucleares, o PCP denuncia tal projecto e solidariza-se com todos aqueles que na Polónia e na República Checa prosseguem a luta contra esta reedição da “guerra das estrelas”.

Os EUA e aliados, dentro e fora da NATO, não escondem os seus objectivos de domínio e recolonização do planeta, nem já ocultam os meios que pretendem continuar a usar para o lograr. Assim o é no Médio Oriente; em África, com a criação do comando militar norte-americano e as novas intervenções militares em curso; na América Latina com a escalada de ameaças e manobras destabilizadoras contra países e povos soberanos que ousam definir com independência o seu caminho de desenvolvimento; na Ásia com a intensificação da guerra no Afeganistão, as ameaças à RPD da Coreia, a inquietante deriva militarista do governo japonês ou as ingerências externas em Timor-Leste consumadas agora com o golpe que afastou a FRETILIN do governo timorense. Assim o é na Europa com a operação que visa impor a todo o custo um “tratado reformador” que, entre outros objectivos, pretende avançar na institucionalização do militarismo e no reforço da União Europeia como um bloco político militar de carácter agressivo, o pilar europeu da NATO.

Exigindo do governo português uma inversão da sua política externa de clara submissão ao imperialismo – como o está a demonstrar o exercício da presidência portuguesa do conselho da União Europeia – o PCP afirma que Portugal pode e deve ter um papel autónomo positivo na defesa de uma política de relações internacionais centrada na cooperação para o desenvolvimento, no desarmamento, no respeito pela Carta da ONU e do direito internacional.

O PCP apela simultaneamente aos trabalhadores e ao povo português que prossiga e intensifique a sua luta contra o militarismo e a guerra, afirmando a sua solidariedade para com os povos que resistem e lutam pela soberania e o progresso social.

Assinalando os 62 anos do Holocausto nuclear e alertando para os perigos que pendem sobre os trabalhadores e povos de todo o mundo, o PCP saúda simultaneamente os processos de afirmação de soberania, as resistências várias às ingerências e agressões imperialistas que, desenvolvendo-se um pouco por todo o mundo, abrem portas de esperança para o futuro da Humanidade e sobretudo inspiram aqueles que, como os comunistas portugueses, prosseguem a luta pela paz, justa e duradoura, pelo desenvolvimento, a cooperação e o progresso social, pelo socialismo.

http://www.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=30265&Itemid=245

Anónimo disse...

FRETILIN DESTROI E QUEIMA PROPRIEDADE DO ESTADO E CIVIL.

NAO VAOTAREI MAIS NA FRETILIN, AMP TEM RAZAO PARA GOVERNAR CONFORME A CONSTITUICAO.

FRETILIN ACABOU.